Conheça o Aquário Bacia do Rio São Francisco no Zoo de BH
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“Como pode o peixe vivo viver fora da água fria”? No Aquário do Rio São Francisco, inaugurado no Zoo de Belo Horizonte, esses animais vivem em enormes tanques com temperatura não tão fria, 25 graus, e em ambiente de água limpa e purificada.
Na recém inaugurada moradia com dois pavimentos, de 300 metros quadrados e com 22 tanques num total de 1 milhão de litros de água, habitam 1,2 mil peixes de cerca de 50 espécies como surubins, dourados, curimatãs, matrinxãs, piaus, pacamãs, lambaris, mandis, piranhas, pacus, piabas e pirambebas, entre muitos outros peixes.
O Aquário é o mais recente centro de conservação da vida aquática do Velho Chico. Lá a garotada vai se encantar com a diversidade da fauna nascida em cativeiro e com as atividades socioeducativas promovidas pela equipe do Zoo.

Único de água doce no país, o Aquário, novo point animal da cidade, reúne informações importantes sobre geografia, história e ciências. Logo na entrada e à esquerda, uma reprodução da cachoeira Casca d’Anta, onde o rio São Francisco deixa o seu “berço” na Serra da Canastra, dá uma dimensão de como é gostoso explorar cada pedacinho do lugar.
O Aquário oferece ainda réplicas de canoas, do famoso vapor Benjamim Guimarães, carros de boi, âncoras e outros objetos que identificam o rio São Francisco e sua importância no cenário social, cultural, da culinária e na economia das populações ribeirinhas, servindo de fonte de pesca, turismo, mineração, irrigação e energia elétrica. Não à toa, o Rio da Integração Nacional, como é conhecido o Velho Chico, aglutina 13 milhões de habitantes espalhados pelos 504 municípios por onde passa.
Para receber os ilustres habitantes, uma sofisticada ambientação com pedras, areia e cascalho, além de pedaços de madeira curtidos e plantas aquáticas foi montada dentro dos tanques. Tudo para lembrar o fundo dos rios onde mora, por exemplo, o “cascudo”, peixe exclusivo do São Francisco e que pode chegar a 36 centímetros de comprimento. Fácil identificar o novo habitante, que na maioria das vezes “vive se esfregando” na parede ou contra o vidro do aquário. Um velho conhecido dos pescadores também vive no local, o surubim, que pode chegar a 1,6 metro de comprimento e pesar até 100 quilos.
Quietinhos atrás de um pedaço de madeira ou pedra, peixes de hábitos noturnos, como os surubins, insistem em se esconder durante o dia. Menos tímidos, os “pirás” passeiam tranquilamente aos olhos do visitante, que também poderá ver os níveis que compõem o leito do rio, inclusive com direito a cores e texturas que simbolizam a degradação do São Francisco.

Mergulhado na areia, o “pacamã” dá o ar da graça fora do seu ambiente preferido

O “pirá ” tem a aparência que lembra tamanduá

O “pacu”, espécie natural do São Francisco que se alimenta de plantas, frutos e sementes

Da ordem dos peixes sem escamas, o cascudo adora se coçar no vidro

A tilápia é considerada espécie exótica, ou seja,introduzida no São Francisco.
O ingresso no Aquário Bacia do Rio São Francisco custa R$ 5, para maiores de 6 anos.
Fonte: Jornal Hoje em Dia.
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julho 21st, 2011 at 18:24
foi ao zoologico e adorei e agora eu vou ao aquario acho que vou gostar muito!